sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Coldplay - Everything's Not Lost

São 6h45 da manhã e vou aproveitar que não tenho sono, para escrever alguma coisa hoje. Não tenho escrito muito, testes e exames têm-me ocupado esse tempo. Sou um eterno preguiçoso, mas vou tentar compensar o excesso de vezes que cocei a micose para ver se faço umas quantas cadeiras. Mas centrando-me no tema música, venho aqui dizer que a luta dos festivais está animadita. Apesar de tudo, continuo a achar que o Super Bock Super Rock está a ganhar. No entanto, o Alive anunciou hoje outro nome que muito provavelmente me vai fazer largar 90 euros da carteira. Uma banda adorada e odiada, respeitada e criticada, original e "plagiadora"... Hoje em dia já não é muito cool para a malta jovem gostar deles, mas são uma das bandas da minha pré-adolescência e digo sem problemas que oiço Coldplay.


Todos conhecem Coldplay. Sempre tentei evitar falar de bandas que toda a gente conhece a sua história, porque não vale a pena estar a dar algo que encontram em qualquer sítio. Em qualquer lado vêem textos sobre os Coldplay. Em qualquer rádio já passaram todos os êxitos de cada álbum: desde a "Yellow" do Parachutes, à "Clocks" do A Rush of Blood to the Head, à "Fix You" do X&Y e à "Viva La Vida" do Viva La Vida. Em qualquer revista cor-de-rosa já apareceu um artigo do Chris Martin e da Gwyneth (escrevi bem à primeira :D) Paltrow. São alvos de muito ódio e muita crítica, mas quer as pessoas queiram ou não, são, nos dias de hoje, e apesar da relativamente curta discografia, das bandas mais influentes na cultura pop e vendem o seu produto a um ritmo enorme apesar da queda da indústria discográfica.
Comparam-nos com muita coisa, chamam-lhes imitadores de muita coisa e acusam-nos de plágio por muita coisa. Eu sei que gostar de Coldplay é o mesmo que ser gay (Virgem aos 40 e tal), mas continua a ser-me indiferente todas as críticas que lhes fazem. Acho que não é qualquer um que cria uma "Clocks" ou canta primorosamente uma "In My Place", mas mesmo assim não os considero nenhuns génios, nem acho que tenham quebrado qualquer tipo de barreira artística, mas todo aquele tom épico das músicas, a voz do Chris Martin (para mim nada irritante) e a guitarra minimalista, fazem dos Coldplay uma das bandas que mais ouvi na minha vida e os criadores de um dos álbuns da minha vida, o A Rush of Blood to the Head, por isso tenho de meter uma música desse álbum. Vai ser um single, não dos mais conhecidos, a "God Put a Smile Upon Your Face". O video tem a curiosidade de o actor principal também ter entrado no video dos Arctic Monkeys "Leave Before The Lights Come On". Desculpem a merda dos anúncios, mas o youtube não me deixava incorporar o vídeo no blog!



Hoje em dia talvez não os oiça tanto, os gostos vão mudando, os tempos vão passando e algumas coisas ficam na prateleira. Mas por vezes tiro-lhes o pó e recordo-as. Nada me põe mais bem disposto que uma "Clocks", o riff da "Trouble" salta-me ao ouvido e vejo-me logo a tocar num piano invisível, o final orgásmico da "Fix You" leva-me ao êxtase e podia estar aqui mais tempo a enumerar músicas que me ficaram na memória. Neste ano, vão lançar o seu quinto álbum e eu espero ansiosamente por mais hinos da cultura pop.
A música de hoje não vai ser um single. Não vai ser uma das já mais que badaladas músicas da banda, mas é para mim uma das músicas mais fortes dos Coldplay e uma das minhas preferidas. Um riff simples mas lindo, uma voz perfeita e um piano à la Coldplay. É para mim a "Hey Jude" (blasfémia) deles. Chama-se "Everything's Not Lost", é do Parachutes, e espero vivamente que a voltem a incluir na Tour deles para a poder ouvir ao vivo, como no video que vos meti!



Podia pôr aqui uma relíquia que era o Diogo a tocar a "Don't Panic", mas achei que ele ia ter vergonha eheh!

domingo, 9 de janeiro de 2011

Fart Simpson Band


Querido blog,
Fart Simpson Band é uma banda PORTUGUESA, que começou nos anos 90 em Azeitão com os nomes Joca, Miguel e Paulo. Eu descobri isto por meio dum colega meu que é o Antonio, baterista de Julie and The Carjackers, banda onde Joca, (que pelo que percebo tem como instrumento a bateria desculpem a ignorância) é vocalista, guitarrista e compositor. Quem ainda não ouviu falar de Julie and The Carjackers, eles são uma das melhores coisas a acontecer na música "portuguesa" neste momento e esperem noticias deles muiito em breve. Mas um próximo post já está reservado para eles. Hoje vim falar dos Fart Simpson Band. Fart Simpson Band tocam rock alternativo, com influências, de Pixies, Sonic youth, Pavement, Breeders, Nirvana (90's) Stooges, entre outras. Eu citei estas bandas dos anos 90, muito também porque vi no myspace da banda. A verdade é que Fart Simpson Band é para mim uma banda original. Eu tenho uma opinião um bocado small minded em relação á musica portuguesa, a verdade é que a maior parte da música portuguesa que oiço, as bandas que estão na berra etcetera, parecem-me uma recriação qualquer de bandas que já existem fora do nosso país, o que me faz pensar que somos um bocado atrasados, desculpem, mas não acreditem em mim porque eu não sei nada. Esta conversa toda para vos dizer que Fart Simpson Band é portanto para mim uma banda não portuguesa no bom sentido da palavra, se eu tivesse acesso a Fart Simpson Band eu iria ouvir, simplesmente porque as músicas são muito bonitas, e não porque são os Weezer, ou os Pixies "portugueses". Letras irónicas, adolescentes, ás vezes non-sense, com personagens ficticios como a Mrs. Ochoa ou sobre brinquedos como a faixa Playmobil. Rock com grande sensibilidade pop, com vários elementos noisy, a bateria bem rock de Joca (?), a sua voz com o tom "everything sucks" um pouco apática (geração x), o uso de efeitos simples na voz, back vocals punk como na música "Motorway" fazem Fart Simpson Band, uma das bandas portuguesas mais interessantes de todos os tempos.(ya)
Não sei quantas destas músicas foram escritas na adolescência destes treês músicos, mas penso que foram regravadas agora, e o projecto não acabou. Se alguém envolvido no projecto por acaso ler este post lambe-botas (António) faço-vos um pedido enquanto fã e peço mais musicas e concertos !
Enfim, algumas das músicas estão AQUI.
Outras AQUI.
Eu vou-vos deixar com o power pop de "Shame" uma das minhas preferidas !

Vou deixar um clássico: Apoiem a musica portuguesa lole.




Ps : videos (y)

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Blur - Song 2

No futebol não preciso de dizer mal do Messi só porque prefiro o Ronaldo. São os dois bons. E na música? Vocês não se fartam daquelas guerras irritantes entre bandas? E ainda por cima gostam das duas e não conseguem escolher um lado? O principal problema é esse. Não escolham um lado, abracem os dois, mesmo preferindo um a outro. A banda de que vou falar hoje teve claramente das guerrinhas mais intensas da história da música moderna. Calma metaleiros, Megadeth vs Metallica continua a ser a principal, apesar de eles já serem amigos. Nas terras de Sua Majestade, os irmãos Gallagher insistiam em chatear o Damon Albarn e a sua banda e tanto insistiram que lá conseguiram com o (What's the Story?) Morning Glory. Um álbum brutal, que teve sucesso astronómico e meteu toda a gente com as palavras "Today is gonna be the day..." debaixo da língua de toda a gente. O problema foi a exagerada insistência. Alguém dá grande interesse aos últimos 4/5 álbuns dos Oasis? E a discografia dos Blur? Não é uma demonstração de consistência e mutação constantes? Bem, o artigo de hoje é sobre os Blur.


Os Blur começam a carreira em 1991, quando eu nasci, com um Leisure que demonstra as influências dos The Stone Roses e do shoegazing, na banda. Foi bem aceite no inicio, mas inexplicavelmente criticado no fim. Continuam em 1993, e calam essa crítica, com o Modern Life Is Rubbish que os faz percorrer o mundo em digressões e onde demonstram que apesar do sucesso que tiveram com o primeiro álbum, ainda conseguem fazer mais e melhor pop. Não chega ainda para os críticos? Em 1994, ainda sem os Oasis na corrida para melhor banda de Britpop, lançam Parklife, que contém um dos seus hits "Girls & Boys", e confirmam o estatuto de máquina de fazer pop. Com os polémicos irmãos Gallagher já metidos ao barulho, inicia-se a Batalha do Britpop, em 1995, entre o fenomenal The Great Escape e o recordista de vendas (What's The Story?) Morning Glory. Os Blur ganham o primeiro assalto, com o seu single "Country House" a ser colocado à venda no mesmo dia de "Roll With It" dos Oasis, e a vender mais unidades. No entanto, a arma secreta dos Oasis, "Wonderwall", fê-los vender milhares de unidades, destronando assim os Blur. Até aqui faço só um reparo: isto parece tudo uma guerra, alimentada por ambos (sem dúvida), mas os Blur não teciam normalmente muitos comentários, ao contrário dos irmãos Gallagher que inclusivé disseram: "Espero que os Blur apanhem SIDA e morram". Sei que já estou a fazer o que não devia, mas acreditem, gosto muito de Oasis, tenho pena é que eles tenham ficado parados no tempo.



Prova dessa paragem, foi os seguintes trabalhos das bandas: enquanto os Oasis deixaram de ter o relevo que tinham, os Blur foram mudando e dando mais seriedade a cada trabalho com álbuns bons como "Blur (com a música mais conhecida dos Blur, "Song 2" e o "Woo-ooo" mais conhecido do mundo) e como "13" bastante aclamado pela crítica, com músicas muito fortes como "Tender" e "Coffee & TV" (meti em cima, vejam é um video muito porreiro). A banda fecha a sua discografia e a sua actividade em 2003, com Think Tank, continuando a constante mutação, sempre com o seu cunho marcado nas músicas. Após a separação, o Damon Albarn continua a fazer o que faz melhor música e da boa. O seu interesse pelo Hip-Hop fá-lo criar a primeira banda virtual do mundo, os Gorillaz e leva-os ao estrelado. Os Blur estão também nomeados para os Grammys 2011 para "Best Long Form Music Video" (não me apetece traduzir), com o documentário No Distance Left To Run.
Para finalizar digo-vos que oiçam Blur e saquem a discografia ou se forem preguiçosos e só gostarem de ouvir hits, saquem o Best Of (torrent aqui), que até tá porreiro!
A música de hoje é, inevitavelmente, a Song 2. Não preciso de muita apresentação desta música, por isso enjoy! (Apetece-me jogar FIFA 98 agora)



Sei que não fui muito simpático com os Oasis. É só a minha opinião, não levem a mal. Qual é a vossa opinião no assunto?

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Justice - DVNO

Vocês têm noção que o artigo dos Daft Punk, na última semana, teve mais visitas que outro qualquer artigo? E têm noção que ele foi escrito há quase um mês? Ou seja, do nada, tornou-se o artigo mais visto do blog! Vocês gostam mesmo de french electronica... Por issoooo, como ultimamente tenho optado por artigos mais pequenos, aqui o vosso amigo e blogger preferido, vai escrever sobre a 2ª melhor banda gaulesa deste estilo: os dancefloor fillers Xavier de Rosnay e Gaspard Augé, ou melhor, os Justice!


(Adoro a foto!) É inegável uma comparação dos Justice com os Daft Punk: são dois, são franceses, são uma banda de electrónica e ambos conquistaram o mundo, cada um na sua época, enchendo pistas de dança e fazendo clips de uma originalidade brutal. Mas os Justice, conseguiram igualmente conquistar o seu espacinho, com um som característico, apesar de todas as comparações. São os meninos bonitos da Ed Banger Records e encabeçam em conjunto com outros projectos como Boyz Noise, Simian Mobile Disco, MSTRKRFT e Crookers, a explosão da música electrónica dos últimos anos.
Mostraram-se ao mundo com a música "We Are Your Friends", em conjunto com os Simian, cujo vídeo ganhou o prémio da MTV European Awards para Melhor Video de 2006 (destroçando "Touch The Sky" do Kanye West, o que não o deixou muito contente). O vídeo é muito engraçado e é uma bela demonstração do que pode acontecer se ficarem bêbados em casa das pessoas erradas.
O mundo aguardava, no entanto, um trabalho sério dos Justice e em 2007, lançam um dos álbuns mais aclamados pela crítica nesse ano. Claramente um marco para a música electrónica, (Cross), é um álbum muito bom. Uma excelente produção, 48 minutos non-stop, muita variedade de samples e de misturas de sons, a passagem de uma música para a outra é um pormenor delicioso, os singles são muito bem escolhidos e os video clips feitos para eles são muito fortes. Recomendo vivamente uma audição. Tem músicas fortes que toda a gente conhece: "D.A.N.C.E.", bem como outras menos conhecidas como "Stress" (vejam o vídeo, é brutal).
Os Justice lançaram um álbum ao vivo, à semelhança do Alive 2007 dos Daft Punk, mas uns furos abaixo, sem grandes misturas das músicas, sem grande novidade. Chama-se A Cross The Universe, mas não recomento muito, tem pormenores giros, mas acho demasiado mediano.


Também à semelhança dos Daft Punk, foram convidados para fazer uma música para uma apresentação de uma marca de roupa (Dior no caso dos Justice, Louis Vuitton no caso dos Daft Punk). A música chama-se Planisphère e tem 17 minutos divididos em quatro partes. É na minha opinião, mais um excelente trabalho do duo francês. As linhas de baixo, os teclados, os beats e as vozes encaixam perfeitamente, culminando numa parte final com um solo brutal. É um bocado complicada de encontrar, mas eu dou-vos o link. Se não quiserem sacar têm as quatro partes disponíveis no MySpace da banda.

Vou deixar aqui então a música que, apesar de não me ter iniciado nos Justice, é a que conquistou o lugar de minha preferida da banda. A letra é um elevador de ego, a música transpira aquilo a que chamamos pausa, a linha de baixo final é priceless e o vídeo é uma maravilha tipográfica! A música do clip é mais curta, por isso vejam também esta. Chama-se "DVNO", enjoy and do the Dance!

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Bush - Speed Kills

Não tenho escrito muito amigos, mas hoje vim matar saudades desta minha actividade que já me fez abrir o coração vezes e vezes sem conta! Essencialmente tenho tido pouco tempo, mas pensando no objectivo claro deste blog - mostrar músicas que estiveram num dado momento bastante presentes na minha (nossa) vida - acho que não tenho desculpa. E hoje o artigo vai ser simples, simplesmente mostrar a música e falar (pouco) da banda. Até porque hoje afirmo-o, não sou fã da banda, conheço muito muito pouco, somente umas duas músicas. Tinha um vizinho meu que era absolutamente viciado neles, até fez um site, que infelizmente já tá down, se não metia o link aqui. A banda de hoje são os Bush.


Os Bush é uma banda que não me suscita assim grande interesse. Lançaram um primeiro álbum porreiro, Sixteen Stone, em 1994, ainda na ressaca da explosão do Grunge, obtendo daí muita da sua inspiração. Este álbum graças aos hits "Comedown" e, principalmente, "Glycerine" (esta é para ti Nani), deu algum spotlight aos Bush. Não é nada uma banda que encaixe bem nos meus gostos. No entanto, acho que é uma daquelas bandas perfeitas para quem gosta daquele rock à 3 Doors Down ou Puddle Of Mudd. Saliento também que um dos últimos (creio que até foi mesmo o último) concertos da banda foi em Portugal, em 2002. Boas notícias para os fãs dos Bush chegaram em 2010, anunciando um novo álbum em Fevereiro deste ano (2011).

Mesmo não gostando muito da sonoridade da banda, a música de hoje ficou-me na memória e continuo a ouvi-la com muita pica. Chama-se oficialmente "The People That We Love", tendo ficado esse o nome, devido ao original ser muito forte (vá-se lá saber porquê). Chamava-se "Speed Kills" (o que dá um ar mais rebelde à música) e eu prefiro chamar-lhe assim!


Bush - The People That We Love


Um colega meu do meu curso fez um vídeo para um concurso dos Royksopp, votem no clip dele neste link. É muito fácil, não custa nada, é só dar o mail e depois confirmar. Eles depois nem nos chateiam com mais mails! Vá ajudem aí o João, até porque ele provou que os informáticos também sabem escavar buracos :D

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Bone Thugs-N-Harmony

Querido blog,
serve de espaço medio, entre eu e as visualizações deste blog, de maneira a que este link de youtube possa ser partilhado por mais cibernautas.

WIN

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

The Dillinger Escape Plan - Setting Fire To Sleeping Giants


Querido blog,
hoje lembrei-me dos Dillinger Escape Plan, acho que por ser inicio do ano, começamos a pôr as coisas em retrospectiva e lembrei-me que não há muito tempo, musicas como Setting Fire To Sleeping Giants eram das mais tocadas no meu ipod (fail, na realidade nao tenho ipod).
Portanto venho aqui partilhá-la rapidinho com vocês, mas ela não merece ser tratada como vagabunda, Setting Fire To The Sleeping Giants é uma música do album de 2004, Miss Machine dos DEP. É uma das músicas mais acessíveis do album, é bom para quem começa a ouvir DEP, a banda é conhecida pelos seus tempos matemáticos, o seu estilo metalcore, com muitos elementos experimentais e até de jazz, funk, etc...
Eu vou dizer que esta e a Horse Hunter do album Ire Works, são as minhas preferidas, esta música apresenta uma estrutura rock, com elementos metal e de jazz, o refrão é cativante e a produção cuidada, também tenho de dizer que isto é só virtuosos dos instrumentos e o vocalista parece um lutador de Wrestling. A letra faz o que deve, e não é nada de génio, como a Horse Hunter mas é boa lirica, percam tempo a percebê-la (lloll).
Vou partilhá-la aqui com vocês e desculpem a rapidez, mas ando meio apertado com a vida (que adulto que sou).

BOM ANO PARA TODOS OS QUE LÊM ESTE BLOG E PREPAREM-SE QUE ISTO VAI COMEÇAR A FICAR SÉRIO E VAI HAVER FESTAS E NÃO SEI QUÊS!

The Dillinger Escape Plan - Setting Fire to Sleeping Giants