segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Unwritten Law - Lost Control


Hoje, o artigo vai ser curto. Nem introduçãozinha nem nada. Desculpem, mas prometo que Fevereiro vai ser um mês cheio de artigos, mas agora o tempo é pouco. Hoje vou meter um guilty pleasurezinho. Esta é daquelas músicas que me marca por alguma razão em particular e não propriamente porque a acho uma grande canção. Neste caso foi simplesmente porque fazia parte da banda sonora de um jogo que eu jogava muito. Quando ouvi o resto das músicas, achei muito banais e muito iguais umas às outras, mas esta música, não sei porquê, dá-me pica. Pica para andar a alta velocidade no carro (ya, o jogo era o Need For Speed). Como estava a dizer, a banda é tipo o meio-termo entre o punk-pop de blink-182, Sum 41, Good Charlotte, e o hardcore melódico de Rise Against e No Use For A Name. A banda não tem grande impacto no mundo da música, mas é como digo, esta música... É um guilty pleasure vá. Desse modo, os Unwritten Law vão ficar na minha cabecinha sempre à pala desta música. De qualquer forma, se gostarem mesmo muito destas cenas, oiçam o álbum Here's to the Mourning, que até é não é mau de todo e o Elva igualmente razoável. A música de hoje chama-se Lost Control. Enjoy!



Mais uma vez parabéns ao Marcos. Ainda não enviei o CD, mas vou ver se amanhã trato disso!

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Destroyer - Kaputt

Confesso que hoje não estava nada à espera de fazer um artigo. A chuva estragou os planos de uma "noite louca... carpe diem". Por isso, hoje é noite de estudar funções, determinar primitivas e calcular integrais. Mas antes disso, uma paragem para digerir o frango assado do jantar. Pausa com quê? À falta de KitKat, recorri à música. Comecei a ouvir então, um álbum que saquei há dias, que estava bem referenciado nos dois sites de música que mais consulto. Não vou dizer quais são, para não perder clientela (Drowned In Sound e Pitchfork). Também me influenciou muito a opinião do guru da crítica musical na internet (ou seja, ídolo dos elementos deste blog), Anthony Fantano (the needle drop). Nunca tinha ouvido falar do autor desse tal álbum e até pensei inicialmente que era uma banda. Afinal, o senhor em questão é mesmo só um e já tinha uma carreira grande, que remonta a 1996. É, inclusive, integrante dos interessantes The New Pornographers e chama-se Dan Bejar. No entanto, a sua carreira a solo está sob o nome Destroyer.


Destroyer, como vos disse, já tem uma carreira longa. A contar com este álbum lançado a 26 de Janeiro, já tem 9 registos de longa duração. Tem mais 3 EP's e 1 cassete (lol). Portanto, pode dizer-se que não é novo nisto. Mas é novo para mim e hoje ouvi pela primeira vez Destroyer e o seu novo álbum Kaputt. Não faço mesmo ideia a que soam os outros álbuns, só investiguei opiniões de outros amantes da música e, no geral, recebe bastantes elogios. O conjunto todo dos trabalhos de Destroyer recebe também aquele excelente elogio musical que é a capacidade de se reinventar álbum após álbum, chega mesmo a ser comparado ao camaleónico David Bowie. Ao começar a audição deste álbum, e sem querer parecer muito uma pessoa sem opinião própria, fiquei logo de orelhas em pé com muita atenção e gostei bastante do que os tais sites me tentaram impingir. Baixos porreiros, uma voz peculiar, mas simpática e modesta, uns ligeiros toques de jazz e um ambiente de tranquilidade e relaxamento. Tem músicas muito fixes, pormenores muito porreiros e uma boa produção, acho por isso que devem dar-lhe um check. Começa bem este ano, já com um álbum muito forte. Fiquei, sem dúvida, interessado para ouvir o resto dos trabalhos dele. A música que mais gostei foi Savage Night At The Opera, meti no SoundCloud para vocês ouvirem e vamos ver quanto tempo dura sem que me venham chatear com direitos de autor.

Destroyer - Savage Night At The Opera by Diogo Martins

Vou deixar-vos aqui também, o primeiro video do álbum. O vídeo é bem estranho, mas a letra fala de cocaína, logo percebe-se. A música chama-se, tal como o álbum, Kaputt. Enjoy!



Ah ia-me esquecendo. Prometi um passatempo e ainda hoje vão ter novidades na nossa página do Facebook. O álbum é normalíssimo, ainda nem foi usado, tem capa e tudo normal, só não tem artwork. É de uma banda que as pessoas ou odeiam ou adoram, mas mesmo assim acredito que haja muitos participantes. Depois tiro fotos para vocês perceberem.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Meek Is Murder - Mosquito Eater EP


Querido blog,
ontem fui espreitar o METALSUCKS e fui dar de caras com os Meek Is Murder. Eles estão pelos vistos a acabar de masterizar o seu novo album Algorithms, e tinham um pequeno teaser que me deixou todo excitadinho:



Ao que parece este album Algorithms vai ver a luz das lojas dia 22 de Março (pelo menos nos EUA), e é produzido por Kurt Ballou, géniozinho guitarrista de Converge.
Fui então pesquisar a ver se conseguia ouvir qualquer coisa da banda, e claro que o meu amigo mediafire me disponibilizou Mosquito Eater. Um EP que foi á uns tempos atrás posto no myspace dos Meek Is Murder para download grátx. Devo dizer então que ao contrário da maioria das bandas de extreme metal, grindcore, mathcore, wtv, Meek Is Murder cativou-me á primeira. Embora eles sejam bastante técnicos, eles conseguem escrever músicas que não são um despejo de riffs a mil á hora, (embora ás vezes os despejem). Notam-se as influências de Grindcore, Converge, Botch, Coalesce, mas outras influências de Heavy Metal, e Thrash, como por exemplo no solo triunfante do final de First Blood Part II.
Deixo-vos aqui então como é de costume link para o EP e a música First Blood Part II.

Isto do tempo frio puxa-me sempre para o meetaaall \m/ \m/

Espero que estejam a ter uma boa semaninha.

EP !!

Meek Is Murder - First Blood Part II by Diogo Crostas

Animal Collective - Fireworks

Não vou voltar a fazer uma introdução a falar da mesma lengalenga de sempre. Ya, tenho tido exames e tal, não é bem uma desculpa, mas pronto. De qualquer forma, tenho andado a ouvir muita música para fazer-vos reviews bonitas. Tenho andado particularmente interessado numa banda que é uma das protegidas e, já uma banda de culto, do mundo indie. Vou armar-me em prepotente e arrogante, criticando algumas das coisas deles, mas elogiando muito, porque são autores de músicas que me fazem entrar em êxtase. Aquele êxtase calminho, que nos faz sonhar! É uma banda que podia ser das mais conhecidas no nosso país, dado que um dos seus vocalistas vive em Lisboa e é casado com uma portuguesa. Os insiders já perceberam que hoje vou falar dos Animal Collective.


Quando inicialmente os comecei a ouvir, pouco sabia sobre eles e, até há pouco tempo o que sabia era realmente muito pouco. Tinha vários CDs deles, mas ouvia só algumas músicas deles. Então decidi investigar e aculturar-me. Os Animal Collective são uma banda americana iniciada por David Portner (Avery Tare) e Noah Lennox (Panda Bear; o tal que vive em Lisboa). Juntos, lançam o primeiro trabalho da banda em 2000, chamado Spirit They're Gone, Spirir They've Vanished, que lhes valeu comparações com o psicadelismo de Beatles e Pink Floyd (say whaaaaat?). É uma boa estreia, tem uma ou outra música chata, sendo as outras porreiras. É absolutamente ground-breaking dado o ano em que foi lançado e é também, no fundo, a essência do que de melhor fazem os Animal Collective: o pop psicadélico que pega em nós e nos leva para o País das Maravilhas. Em 2001, lançam o sucessor, Danse Manatee, já com Brian Weitz (Geologist) na banda. Se os que ouvem Animal Collective pensam: "isto parece tudo ao calhas", oiçam este álbum e esse sentimento é levado ao expoente máximo. Para além das músicas mais curtas não terem desenvolvimento nenhum, as músicas maiores, carecendo também desse problema, chegam a ter sonoridades irritantes. Se quiserem oiçam o álbum, mas digo já que é, para mim, muito fraquinho. Em 2003, junta-se Josh Dibb (Deakin) ao duo inicial e os três lançam o álbum Campfire Songs, sob o mesmo heterónimo (calma aí, Fernando Pessoa). Só tem cinco músicas, é porreiro, com o interessante pormenor da forte presença das guitarras acústicas, mas nada de especial. No mesmo ano, com os quatro elementos da banda finalmente juntos e já com o nome Animal Collective definido, é lançado Here Comes The Indian. A crítica gosta bastante, mas eu não o acho nada de especial. Continuo a vê-los a tentar fazer coisas diferentes e novas, mas sem aquela componente importante que é ser audível por um grande número de pessoas. Mas em 2004, os Animal Collective começam a atingir a excelência. Lançam Sung Tongs, um excelente álbum, com um estilo difícil de qualificar, mas que soa muito bem nos nossos ouvidos. Desprenderam-se, nesta fase, das sonoridades mais viradas para os "contos de fadas", passando para ritmos mais rápidos e mexidos. Segue-se 2005, que nos traz Feels, mais uma maravilha deste quarteto, todo ele feito com uma afinação das guitarras única, o que lhe confere uma sonoridade inevitavelmente diferente. Como eles disseram: "Todas as músicas do Feels estão afinadas a partir do piano de um amigo nosso, que já estava por si próprio, desafinado."


Continuando o processo de aperfeiçoamento, as músicas vão ficando cada vez mais convidativas a um maior número de pessoas, as vozes (e gritos do Panda Bear) cada vez melhores, as músicas com uma produção muito melhor, sempre com o cunho próprio da banda, e é lançado em 2007, Strawberry Jam, vencedor de inúmeros prémios e detentor de relativo sucesso comercial. Lembro-me inclusive, que o single "Peacebone" chegou mesmo a dar na televisão portuguesa, nos intervalos da SIC Radical. A música de hoje é precisamente deste álbum, mas já lá vamos! A carreira dos Animal Collective continua em 2009, com mais um arrecadador de prémios, Merriweather Post Pavilion (a capa está em cima, granda ilusão de óptica né?), que foi nomeado álbum do ano em variadas publicações de música, incluindo o suplemento musical da revista Time (só pa dar aquela credibilidade). É o álbum mais longo da banda, parece-nos logo uma das coisas mais sérias que os Animal Collective já fizeram e tem como produtor Ben Allen, que trabalhou com os Gnarls Barkley (só pa cativar a malta pop). Tem como single "My Girls", oiçam que é muito porreiro.
Concluindo, oiçam os 4 últimos álbuns que são muito porreiros, porque agora que os ouvi com atenção, fiquei simplesmente atordoado com a evolução, constante mudança de sonoridade e frescura das canções. A música de hoje é a minha preferida deles, chama-se "Fireworks" (não, não tem nada a ver com a Katy Perry), tem aquele coro inicial super-contagiante, o gritinho no refrão que também me faz gritar, o riff do piano no refrão e toda aquela sonoridade épica que nos leva a navegar por caminhos imaginários. É uma das minhas músicas preferidas de sempre, já fez repeat muitas vezes no meu iPod. Enjoy!



Eles têm também alguns EP's, que são "restos" das gravações de cada CD, para quem tiver interessado, oiçam também!

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Mount Eerie - Black Wooden Ceiling Opening EP

Querido blog,
não sei já repararam, mas este blog anda um pouco em baixo, será a falta de dinheiro ao projecto, será que a vontade já não é tanta, ou serão só os exames de final de semestre? Se eu fosse vocês gostaria de acreditar na ultima.
A verdade é que o Diogo Martins não é um parceiro fácil de controlar e começa a pensar por ele próprio e isso levanta mau ambiente de trabalho... (mute )
Intrigas á parte, hoje vou-te falar de uma banda representada pelo músico de Washington, Phil Elverum. Phil Elverum era conhecido, por representar outra banda os The Microphones, mas decidiu depois de lançar um album chamado Mount Eerie, começar a actuar com este nome. The Microphones foi a banda de Phil Elverum quando ele ainda estava em Olympia, Washington lançou em 2001 um marco do indie rock, Glow Pt.2, aconselho vivamente. Mas hoje venho "dar" e falar um bocadinhoo sobre o EP de 2008 Black Wooden Ceiling Opening. Mount Eerie têm lançado alguns albuns mais "abençoados" como o Lost Wisdom ou o mais recente Wind's Poem. Embora seja fã de Lost Wisdom, este é EP é o meu release preferido de Mount Eerie. Ele é bastante lo-fi, mais que Lost Wisdom e Wind's Poem, que são lo-fi na medida em que é mais "light", Black Wooden Ceiling Opening encontra coêrencia no lo-fi. Embora as músicas sejam bastante caracterizadas pela melodia do songwriting, em quase todos os momentos deste album, existe experimentação, e metal, é verdade. Nalgumas músicas é bastante notável a influência do black metal neste album, bastantes riffs e instrumentais mais dark, no entanto sempre recorrendo a maneiras "baratas" e instrumentos "naturais" sem grande superprodução. Também as influências de pop, rock e indie rock dos anos 90 são bastante notadas. No entanto este album para mim é unico, o que realmente gosto no album é que embora quase todas as músicas tenham distorção, guitarras eléctricas, bateria, as letras das músias, e as melodias, bem como a voz de Phil, lembra-me sempre de acústica. Este album é um exemplo do que o agora chamado lo-fi, indie folk devia ser.
E prontx, agora vou deixar aqui o link para o EP e a música In Moonlight.


EP ! !
Mount Eerie - In Moonlight by Diogo Crostas

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Funkadelic - Maggot Brain


Querido blog,
"Mother nature is pregnant for the third time for y'all have knocked her up.
I have tasted the maggots in the mind of the universe
I was not offended for I knew I had to rise above it all
or drown in my own shit."


Melhor solo de guitarra de sempre.

Funkadelic - Maggot Brain



Maggot Brain é a faixa inicial do album de mesmo nome da influente banda americana Funkadelic. A música é um intenso solo de guitarra tocado pelo guitarrista Eddie Hazel, que mais tarde abandonou a banda e começa com uma introdução de George Clinton, frontman de Funkadelic e da banda irmã Parliament, ambas bandas americanas que se destacam pelas marcas que deixaram pelos mundos do rock, funk, psychadelia, soul e r&b. A verdade é que Funkadelic são uma banda underated que ninguém quer saber :(. Mentiras, este solo por exemplo, está sempre bem colocado naquelas listas de solos de guitarras que fazem...é uma obra-prima, mas Funkadelic não é só isto, aconselho vivamente o album Maggot Brain para entrarem no mundo Funkadelic-Parliament e George Clinton, principalmente se estão interessados em solos de guitarra cheios de sustain, ambientes psicadélicos, e ritmos tropicais (y).

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Flight Of The Conchords vs The Lonely Island

Estou cheio de dores de cabeça. A juntar à azia do meu Sporting andar completamente ridículo, do Real Madrid ter empatado ficando mais longe do Barcelona e dos New England Patriots terem perdido, o dia está a correr mal. Vá, nem muito mal. Isto só vai servir para eu dizer que: há quem diga que rir é o melhor remédio e fui à procura de coisas para rir. O que é que isso tem a ver com o blog? Muita coisa, porque das coisas que me metem mais bem disposto são os meus grupos de comédia musical preferidos. No youtube há milhares de pessoas a fazer vídeos engraçados com música, um exemplo disso é o Mystery Guitar Man ou os The Gregory Brothers. Mas há uns que apontam a objectivos mais altos, com produções musicais mais fortes e aparições televisivas. Hoje vou falar-vos dos The Lonely Island e dos Flight of the Conchords.


Os Lonely Island são um grupo de três rapazes, Akiva Schaffer, Jorma Taccone e Andy Samberg, que faziam espectáculos de comédia contendo sketchs e músicas. Foram depois descobertos pelo programa, visto por milhões e vencedor de inúmeros prémios, Saturday Night Live. A partir daí foi sempre a subir: vídeos no SNL com audiências brutais, um álbum lançado, colaborações com artistas conceituados como Justin Timberlake, T-Pain, Julian Casablancas dos Strokes, Norah Jones, Seth Rogen, Natalie Portman (óscar este ano?), JJ Abrams (LOST FTW!), Will Ferrell, Akon... Acreditem a lista continua... Enfim, o céu é o limite para os Lonely Island. O que eu mais gosto, em termos de comicidade, nos Lonely Island é aquele ar geek badass que eles têm. Mesmo do género: "sou ridículo, mas tenho buéda estilo". O que mais gosto musicalmente dos Lonely Island é as produções brutais que têm. As músicas são muito bem produzidas, não é propriamente nenhum beat feito às três pancadas. É uma recomendação que vos faço, verem os videos destes meninos, provavelmente já muitos os conhecem em videos como "Jizz In My Pants", "I'm On A Boat" ou "Dick In A Box". Vou deixar aqui o novo video deles com o Akon chamado "I Just Had Sex". Vou deixar aqui uma nota: se eu tivesse feito sexo com a Blake Lively ou com a Jessica Alba também fazia uma música e ia para a rua cantá-la... just sayin'.



Passando aos outros, que pessoalmente são os que gosto mais, os Flight of the Conchords são dois Neozelandeses, Bret McKenzie e Jemaine Clement, e como tal, começaram devagarinho até alcançarem o estrelato. Uma verdadeira conquista geográfica até, primeiro o seu país, com algumas aparições televisivas, depois a Austrália, com muitos espectáculos e só depois o resto do mundo, com idas ao Letterman e a realização de uma série televisiva. Aqui confesso, não vi a série, mas o Crostas viu e diz que é das melhores comédias que já viu. Por isso, se tiverem naquela fase em que já não há séries para ver, vejam Flight of the Conchords. No entanto, já vi e revi muitos vídeos deles e digo-vos: AWESOME! Já me ri sem parar a ver vídeos deles. Acho as músicas que eles fazem para a série razoáveis, mas as performances ao vivo são simplesmente brutais. Sem dúvida que foram essas performances que lhes deram aquele estatuto de culto que eles agora têm. Até já apareceram nos Simpsons. Estes duvido que tenham visto muito, porque não são tão mediáticos, por isso recomendo-vos.
Estou indeciso, por isso vão duas músicas. A primeira chama-se "Business Time" e fala sobre aquela coisa que todos gostamos de fazer (desculpa Crostas, sei que ainda não sabes o que é, mas um dias hás-de conseguir). A segunda chama-se "Hiphopopotamus vs. Rhymenoceros" e é uma battle de hip-hop simplesmente linda. Enjoy!





Se não se riram em nenhum dos vídeos é porque não têm sentido de humor! Pelo menos as minhas dores de cabeça passaram!