terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Talons - Hollow Realm



Querido blog,

hoje vou falar de uma banda que tem violinistas. Os Talons são uma banda inglesa, de Hereford, e lançaram em Novembro o album Hollow Realm, na label
Big Scary Monsters, uma editora independente inglesa. Os Talons contam com duas guitarras, um baixo, uma bateria e dois violinos e praticam o post-rock pesado! Com muitas influências de hardcore, math-rock e metal, e faz-me um bocado lembrar Russian Circles, não sei se estão envolvidos neste projecto mas.., bateria tocada com pujança, guitarras distorcidas e...o drama dos violinos. É verdade esta banda consegue criar (secalhar é só na minha cabeça) ambientes bem pesados e dark, os violinos acrescentam muito ambiente e drama à música, as guitarras e a bateria são sempre uma autentica explosão de barulho, com ritmos rápidos, contratempos, breaks, riffs progressivos e até blast-beats. Estou a gostar bastante de algumas faixas no album, In the Shadows of Our Stilted Homes, que partilho aqui contigo, Iris, Impala. No entanto o album peca pela sua ciclicidade, repetição, ao fim de algum tempo a ouvir estas faixas, sentimos que pouco mais a banda nos pode dizer do que dar-nos mais um riff, um break, mas que já nem ligamos muito...no entanto pode ser só por ser das primeiras audições, e que com o tempo as faixas vão entrando. Temos partes experimentais qb, em musicas como Impala, e epicidade post-rock na ultima faixa, Hollow Depth. Migos devo dizer-vos que também que esta capa, não se adequa ao album, não percebi a jogada, esta banda cativou-me pelo seu drama, e os ambientes negros que consegue pintar, não percebo esta escolha, também não é assim tão grave só não percebo os balões. No entanto não deixem que isso fico no caminho, oiçam, se são faz do post-rock e hardcore vão gostar concerteza.
Jokas, bom feriado, vamos ser todos católicos!

Tallons - In The Shadows Of Our Stilted Homes by Diogo Crostas

Local Natives - Sun Hands


Às vezes um gajo farta-se das músicas que tem no PC. Ou simplesmente quer ouvir algo novo. Felizmente hoje em dia há a maravilha da internet e o problema tem uma solução rápida e eficaz. Numa dessas pesquisas, encontro a banda que vos venho falar hoje. O nome pareceu-me giro - Local Natives - e então comecei a sacar o primeiro e até agora único álbum deles, Gorilla Manor, lançado no Reino Unido, em 2009.
O álbum conquista-me numa primeira audição, ficando na cabeça algumas músicas como Wide Eyes, Sun Hands e Warning Sign, que me deu mais curiosidade por ser uma cover dos "psycho killers", Talking Heads.


Ao ouvir mais umas quantas vezes, apercebo-me que, mantendo uma sensação de lufada de ar fresco, os Local Natives juntam muito do que o mundo do Indie nos trouxe: nota-se uns pózinhos de vários monstros do indie como Arcade Fire, Fleet Foxes, Vampire Weekend, Broken Social Scene... Enfim, vocês percebem a ideia.
Chega-nos ao ouvido a característica interessante da banda de usar muito três vozes nas canções, acompanhadas por uma bateria muito activa e umas guitarras com um toque africano à Vampire Weekend, mas a maturidade e calma dos Fleet Foxes.
Sim, admito, é um bocado música à pseudo-intelectual, mas é um muito bom álbum e mais uma das minhas recomendações para este ano. No entanto, um trabalho não chega para tirar ilações definitivas sobre uma banda, por isso espero pelo próximo registo dos Local Natives, com expectativas altas de mais e melhor! Isto porque escrever sobre bandas que só têm um álbum é um bocado lixado ahah!


A música de hoje é um dos cinco (!) singles deste álbum, chama-se Sun Hands e tem pormenores fantásticos, como a percussão inicial, o coro no minuto 2:55 e a guitarra no minuto 3:10.


segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Phoenix - Armistice

Mal o mundo sabia, que em 1995, iria dar-se um dos maiores acontecimentos da música moderna. Não, não é o primeiro álbum dos Moonspell, nem o The Bends dos Radiohead. Também não falo do primeiro álbum dos Foo Fighters, após a separação dos Nirvana. O acontecimento de que falo, dá-se, estranhamente, na capital francesa, Paris. Nesse ano, um francês chamado Laurent Brancowitz, deixa uma tal banda, inspirada nos Beach Boys, chamada Darlin' que tinha como elementos Thomas Bangalter and Guy-Manuel de Homem-Christo. Sim, os dois génios que assinam as suas músicas enquanto Daft Punk. Ou seja, esta separação, deu origem à duo que nos trouxe Around The World, One More Time e Harder, Better, Faster, Stronger. Imaginam o mundo sem estas músicas? Juro, o meu mundo era bem mais triste se eu não pudesse dançar ao som destas músicas. Mas para ainda dar mais importância a esta separação, está o facto de Laurent Brancowitz, se juntar à banda do seu irmão, os Phoenix.


Os Phoenix formam-se em Versailles (ai ui palácios), fazendo uma interessante entrada no mercado com o álbum United, de 2000. Tendo em conta o ano em que é lançado, o álbum parece ser porreiro, mas com os Phoenix ainda a procurar identidade. Em 2004, sai para as lojas Alphabetical, que faz-nos pensar que se calhar estes gajos não são assim tão bons... mas até nem são maus, no entanto, falta algo. O ano de 2006 traz aos Phoenix It's Never Been Like that, que é um álbum que se aproxima mais do que de melhor pode fazer a banda.
No entanto, eu estou aqui para falar do mais recente álbum Wolfgang Amadeus Pheonix. É, sem dúvida para mim, uma das melhores coisas feitas nestes últimos anos, obrigatório de ser ouvido. É um álbum pop, onde o vocalista Thomas Mars, revela a sua melhor fase. Uma voz que transmite simpatia e classe suficientes para nos convidar a dançar e ouvir vezes e vezes este álbum. O mote deste álbum é lançado logo no primeiro verso da primeira música, Lisztomania: "So sentimental, not sentimental, no! Romantic, not disgusting yet,". Sentimental, romântico, mas sem enjoar. É um álbum que encaixa bem nos meus gostos e que prova bem que em França não se vive só da electrónica dos Daft Punk, Justice e Air. Recomendo mesmo vivamente, tenho a certeza que muitos de vocês não se vão desiludir.


Para a música de hoje, hesitei muito. Por um lado podia pôr os singles Lisztomania e 1901, que são excelentes cartões de visita que vos iam deixar com vontade de mais. Mas, já ando um bocado farto de estar sempre a meter singles. Hoje vou meter uma das canções fortes de Wolfgang Amadeus Phoenix, Armistice. Oiçam também as outras, recomendo mesmo muito.



Ao pessoal que tem vindo cá sempre, obrigado e a sério, tentem dar sempre um comentáriozinho ;) é sempre bom receber feedback!

Black Flag - Complete 1982 demos

Querido blog,
em 1982 os Black Flag foram restringidos de lançar albuns devido a problemas legais. No entanto eles gravaram em segredo uma demo, com músicas que mais tarde viriam a saír nos albuns My War e Slip it In, essas demos mais algumas gravações da banda já em 1984 (faixas 11-14), foram incluídas neste bootleg e lançado como Black Flag - Complete 1982 demos plus more. Como é de esperar, devido á rebeldia deste acto, esta bootleg é uma das mais veneradas por aqueles que vivem o espirito punk, e criou uma espécie de culto. No entanto esta compilação é muito mais que um acto de rebeldia, para mim é o melhor trabalho da banda e conta com a minha line-up preferida de Black Flag, esta é também a unica gravação da banda que conta com o Chuck Biscuits na bateria.
No artigo do Elliott Smith esqueci-me de referir, que nos meus 14 anos, Black Flag era e é tambem um a das minhas bandas de rock. Sempre fui atraído pela sua imagem, o seu som, mais polido e pesado, com mais groove e metal que o punk, mas psicotico. Sempre fui atraído também pelas suas letras, nervosas, raivosas, confusas, tristes, que criavam um ambiente de medo/respeito por esta banda. Mas, antes de ouvir estas demos, havia em mim o sentimento que algo faltava, algo podia ficar melhor, a nível musical. Com o descobrimento desta demo, gravada com duas guitarras e com um génio da bateria, foi impossível ficar indiferente, para mim este é o melhor release da banda, a paranoia agressiva da banda é ainda mais notável, os vocais revoltados e angustiados, as guitarras pesadas, e as intro's crescentes, todas as músicas estão gravadas, com o intuito de lavagem cerebral, para nos abrir os olhos e mostrar-nos que as pessoas são todas más e não podemos confiar em ninguém se não em nós próprios, e vai mesmo mais longe dizendo que já nem em nós próprios podemos confiar, pois estamos corrompidos por todo o mal que está no mundo.
No entanto, há uma música que me chama a atenção no meio de todas estas, (que merecem ser ouvidas vezes sem conta!), a música é Nothing Left Inside, e é uma espécie de jam da banda de 11 minutos, devemo-nos lembrar que esta música foi gravada em 1982 por uma banda hardcore/punk, no entanto isto não é uma musica rápida, esta música tem riffs de doom metal, solos psicadelicos, vocais esganiçados, e é uma verdadeira viagem às angustias da pessoa moderna, esta música é uma verdadeira pérola, para todos os apreciadores de bandas como Converge, Neurosis, e todas as outras bandas do mundo lol.
Deixo-vos aqui essa música e link para as Demos.
Dêem-me ideias para dar mais visionamentos a este blog migos! Precisamos de uma estratégia de marketing para ficarmos ricos.

Boa Semana !


Black Flag Nothing Left Inside by Diogo Crostas

Black Flag - Complete 1982 demos

domingo, 5 de dezembro de 2010

Yeah Yeah Yeahs - Maps

Nova Iorque é conhecida por nós, como o centro do mundo. Influencia tudo: finanças, comércio, cultura, moda, entretenimento... Bem, tudo menos desporto: no basket, já vai o tempo em que os Knicks tinham uma equipa de jeito e no futebol americano sempre gostei mais do Tom Brady. De Nova Iorque sempre saíram grandes nomes da música em várias vertentes: Sonic Youth, Television, Beastie Boys, Ramones, Talking Heads... e este novo milénio não foi excepção. Pode dizer-se que Nova Iorque foi uma das cidades presentes na chamada "Salvação do Rock" dos anos 2000, tão bem encabeçada pelos The Strokes com o seu Is This It?. Nomes como Interpol, The Walkman, The Hold Steady dão os seus primeiros passos nesta altura, dando o empurrãozinho para a expansão deste movimento com nomes como Kings of Leon, The Killers, Arctic Monkeys e Libertines.


A representar a sonoridade mais punk-rock e com uma energia contagiante, estavam os Yeah Yeah Yeahs. Quando a vocalista Karen O e o guitarrista Nick Zinner começam a tocar juntos, tendo como influências a vida musical de Ohio onde Karen estudou, a ausência de um baterista foi sentida e colmatada por um dos meus bateristas favoritos, Brian Chase. Está formado então o trio com que os Yeah Yeah Yeahs lançam o seu primeiro EP, em 2001. Foi só um cheirinho do que a banda, e principalmente Nick Zinner, nos podia dar. Em 2003, lançam um dos meus álbuns preferidos, presente em grande parte dos tops dos críticos, Fever To Tell, produzido por David Sitek dos TV On The Radio. Sobre este álbum posso dizer muito, mas acho que fala por si. Não há uma música que eu não goste. Há sim revolta, alegria, tristeza, romance, maluquice, energia e muita, mas muita, qualidade. Karen O delicia-me com a sensualidade e raiva dos seus gritos, Brian Chase e Nick Zinner conquistam-me com a sua simplicidade disfarçada. E, se ao início há dúvidas sobre o que de novo trazem os Yeah Yeah Yeahs com este álbum e se a voz de Karen O é ou não uma vantagem para a banda, essas dúvidas dissipam com as músicas No No No, Y-Control e, principalmente, Maps. Não tenho qualquer problema em dizer aqui, que Maps, é uma das melhores músicas da década. Guitarra perfeita, uma bateria suave, mas firme quando é preciso e uma Karen O a transmitir toda a emoção inerente à música. Deixo-vos aqui a música:



Os Yeah Yeah Yeahs continuaram a sua carreira com Show Your Bones, um álbum positivo, com canções bastante interessantes, como Gold Lion, Way Out e Cheated Hearts, mas sem ter tido o efeito Boom do primeiro álbum. A banda parece envergonhada, presa. É como se o vizinho de cima lhes tivesse dito para fazerem menos barulho.
Em 2007, sai um EP, Is Is, que é uma mostra da capacidade de amadurecimento dos YYY's. Karen O já conquistou as pessoas, é de facto uma vantagem e a banda mostra-nos que não vai morrer como outras bandas da mesma fornada. São 5 músicas que nos deixam com vontade de mais!
Em 2009, lançam It's Blitz, o álbum que revela o quanto os Yeah Yeah Yeahs podem mudar. A atitude rebelde e punk desaparece, para um registo muito mais Pop, simples e calmo. O tom épico das músicas, estranho para os seus ouvintes mais rockeiros, é para mim um excelente ganho e uma prova da mudança sem perder qualidade dos YYY's. É claramente um "must-listen", mas recomendo ouvi-lo depois de ouvir os primeiros dois, para apreciar a transformação que nos faz aperceber o que de bom tem este álbum. Como a música anterior é mais calminha, ficam aqui com o single do It's Blitz, Zero:

Atlas Sound - Bedroom Databank


Querido blog,
ontem estávamos em casa do Diogo a ver o Zoolander, aquele filme com o Ben Stiller, Owen Wilson e Will Ferrel, dos modelos, e no calor o momento palavras como "lindo", "melhor filme de sempre", foram usadas, a verdade é que o David Bowie entra neste filme, David Bowie é o homem que tem aquilo a que eu chamo classe, e novamente no calor do momento tomei a decisão de falar sobre ele neste antro. Com muita pena minha acordei hoje um bocado mais tarde do habitual e lembrei-me da discografia do David Bowie, e de como me é difícil deixar de falar de certas e determinadas coisas da sua carreira, falar sobre isso ia implicar muito tempo, e hoje tempo foi coisa que não tive (tadinho). No entanto não fiquem tristes, que eu lembrei-me de outro homem, mais actual, mas a caminhar para a classe do David Bowie. Venho partilhar Atlas Sound, o projecto musical a solo de Bradford James Cox, o frontman dos Deerhunter, banda que ainda este ano lançou o aclamado album Halcyon Digest. Além do sucesso de Deerhunter, Bradford Cox, possuí ainda dois albuns enquanto Atlas Sound, (Logos e Let the blind lead does who cannot feel) mais uns quantos ep's (google it ! :x) e ainda tem tempo para nos dar, estes quatro "albuns" que são, uma reunião de músicas, demos, covers que Bradford fez e gravou no seu quarto, divididas em 4 volumes. Devo dizer que já paguei por muuuito pior, embora esta recolha não tenha nada de conteúdo épico lá dentro, grandes produções, tem alguma músicas muito bonitas, como Day Out que aparece no volume 2 ou Mona Lisa (volume 3), estas músicas revelam, a genialidade de Bradford, não sou enquanto compositor, mas enquanto produtor, e executante, as músicas, estão sempre em volta, do ambient, experimental, folk-rock, bem lol-fi ! Outra coisa interessante de se ver neste colecção é algumas gravações em que Bradford se esmera na bateria, e acaba com solos lol. Enfim deliciem-se com o meu primeiro post legal (por este não sou preso), embora um pouco a despachar, com sentimento, para este grande compositor os meus props Bradford Cox e obrigado!

Ps: Aguardem um post de Deerhunter e David Bowie !

OS ALBUNS ENCONTRAM-SE AQUI

Uma musiquinha para dar cheirinho, Mona Lisa, esta música é bem mais inspirada pelo pop, folk do que pelo experimentalismo, se não estou em erro, também se encontra uma versão electrónica desta musica, num dos volumes.

Atlas Sound - Mona Lisa by Diogo Crostas

Espero que tenham tido um domingo melhor do que o meu (y) !

sábado, 4 de dezembro de 2010

An Introduction to... Elliott Smith



Querido blog,
penso que foi em 2004 que fui pela primeira vez apresentado à musica do Elliott Smith. O meu amigo Bruno tinha comprado uma guitarra acústica e passava os dias no quarto, a tocar e a ver videos de tudo quanto era singers/songwriters com guitarras acusticas, e virtuosos da guitarra acústica. Numa das minhas idas a casa dele, ele apresentou-me o Elliott Smith, a música era "Angeles", ele disse-me "Este gajo toca bué, olha para estes acordes que eu nunca vi, e este fingerpicking" (bla,bla, ly Mourinha), e eu "epá, ya toca bue, mas canta um bocado baixinho", e depois ele disse-me "Ele tinha bué problemas, acho que se matou." e foi aí que tudo mudou, em 2004 tinha 14 anos e uma das minhas bandas preferidas na altura era Nirvana, ainda é, e é claro que todos nós sabemos que as rockstars valem mais mortas que vivas. Claro que quando o Bruno me disse isto eu tive de ir logo pesquisar, sobre Elliott Smith, as primeiras coisas que vi foi na banda sonora do filme Good Will Hunting, a música que ganhou o oscar "Miss Misery", e uma das minha músicas preferidas de sempre "Between the bars". Nessa altura eu estava mesmo dentro do rock dos Nirvana, Ramones, White Stripes, Stooges, Guns n' Roses, essas coisas que nos fazem rebeldes nos nossos 14 anos, no entanto já tinha começado a ouvir songwriters como Jeff Buckley, Bob Dylan, mas nenhum teve o impacto a longo prazo que ainda hoje tem como Elliott Smith. Elliott Smith para mim é o singer-songwriter da minha geração, as músicas dele, transmitem-me a tristeza, alegria, misticismo, revolta, confusão, desespero que todos os adolescentes e pós-adolescentes exploram, e tudo isto é feito sem gritos e distorções, mas com guitarras acusticas, semi-acusticas, reverbs, acapellas e arrajos lo-fi dignos dos beatles (:x). Nunca li muito sobre quem foi Elliott Smith, a pessoa, o artista, mas sempre simpatizei com as suas letras, a sua imagem, o seu DIY. E agora vou mandar um tiro no escuro, eu tenho a ideia que Elliott Smith é aquele tipo que aguenta a vida com um sorriso, apatico na cara, e aceita tudo o que experiencia, com a mesma intensidade, e indiferença, mas consegue transportar para fora dele com muito mais intensidade nas suas músicas. Enfim devaneios a parte, já perceberam que ele é um dos meus artistas preferidos, e para vossa sorte a Editora Kill Rock Stars, mandou em Novembro para as lojas uma compilação, que é uma espécie de introdução à bonita música de, e chama-se Elliott Smith - An Introduction to... A música que partilho aqui, é actualmente a minha música preferida neste momento de Elliott Smith, chama-se Happiness, e pertence ao album Figure 8. Destaque para o arranjo desta música, e todas as vozes que Elliott gravou para o mesmo.
Isto é bom para ouvir no Inverno aviso já.
Bom fim de semana migos.
Elliott Smith - Happiness by Diogo Crostas